Resumo
- Sessões: 36
- Páginas lidas: 370
- Tempo total: 9h 21m
- Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5)
- Autores: Georges Bataille
- Status: Lendo
- Total de páginas: 339
- Finalizado em: 14/06/2026
Sessões
- 2026-06-20 20:37 - 21:06 - Páginas 19-26 (8 páginas) - Prefácio: O lugar do erotismo - Raúl Antelo - 0h28m
- 2026-06-20 19:42 - 20:25 - Páginas 1-18 (18 páginas) - Apresentação do tradutor - 0h42m
- 2026-06-14 21:45 - 21:53 - Páginas 327-339 (13 páginas) - Dossê O erotismo: A significação do erotismo | Adição a O erotismo | Projeto de uma conclusão para O erotismo - 0h07m
- 2026-06-14 21:24 - 21:33 - Páginas 317-326 (10 páginas) - Debate sobre o erotismo - 0h08m
- 2026-06-14 21:10 - 21:21 - Páginas 303-316 (14 páginas) - Posfácio: Traços de Eros - Eliane Robert Moraes - 0h10m
- 2026-06-14 20:47 - 20:51 - Páginas 299-302 (4 páginas) - Conclusão - 0h03m
- 2026-06-14 20:37 - 20:45 - Páginas 292-298 (7 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo VII - Prefácio de “Madame Edwarda” - 0h08m
- 2026-06-14 16:00 - 16:20 - Páginas 278-291 (14 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo VI - A santidade, o erotismo e a solidão - 0h19m
- 2026-06-14 14:05 - 14:21 - Páginas 266-277 (12 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo V - Mística e sensualidade — A sensualidade, a ternura e o amor | A escória, o cinismo sexual e a obscenidade | A unidade entre a experiência mística e o erotismo | A continência e a condição de um momento incondicionado - 0h15m
- 2026-06-14 13:11 - 13:28 - Páginas 253-266 (14 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo V - Mística e sensualidade — A moral da morte a si mesmo e sua diferença com a moral comum | O instante presente e a morte no “voo nupcial” e na vida do religioso | A tentação do religioso e o deleite moroso | A sensualidade culpada e a morte - 0h16m
- 2026-06-14 07:45 - 07:56 - Páginas 248-253 (6 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo V - Mística e sensualidade — Da largueza de visão moderna dos cristãos ao “medo do sexual” | O caráter sagrado da sexualidade e a pretensa especificidade sexual da vida mística - 0h11m
- 2026-06-13 17:13 - 17:34 - Páginas 235-247 (13 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo IV - O enigma do incesto — Vantagem real de certas relações de parentesco no plano da troca por meio do dom | Sentido secundário do aspecto econômico da teoria de Lévi-Strauss | As proposições de Lévi-Strauss oferecem apenas um aspecto particular da passagem do animal ao homem, que deve ser considerada no conjunto | A especificidade humana | A variabilidade das regras do incesto e o caráter geralmente variável dos objetos do interdito sexual | A essência do homem é dada no interdito do incesto e no dom das mulheres, que é sua consequência - 0h21m
- 2026-06-13 15:43 - 16:00 - Páginas 224-235 (12 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo IV - O enigma do incesto — As sucessivas respostas ao enigma do incesto | Sentido limitado das distinções aparentes entre casamentos interditos e casamentos lícitos | As regras da exogamia, o dom das mulheres e a necessidade de uma regra para reparti-las entre os homens - 0h16m
- 2026-06-12 11:19 - 11:30 - Páginas 214-223 (10 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo III - Sade e o homem normal — A violência é silenciosa, e a linguagem de Sade é paradoxal | A linduagem de Sade é a de uma vítima | Sade falou para se justificar a seus próprios olhos diante dos outros | A linguagem de Sade nos afasta da violência | Para gozar mais, Sade se esforçava por introduzir na violência a calma e as medidas da consciência | Pelo desvio da perversidade de Sade, a violência entra enfim na consciência - 0h10m
- 2026-06-12 09:12 - 09:32 - Páginas 204-214 (11 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo III - Sade e o homem normal — O prazer é o paradoxo | Se admiramos Sade, edulcoramos seu pensamento | O divino não é menos paradoxal do que o vício | O homem normal tem por doentio o paradoxo do divino ou do erotismo | O vício é a verdade profunda e o coração do homem | Os dois aspectos extremos da vida humana - 0h19m
- 2026-06-11 18:24 - 18:43 - Páginas 191-203 (13 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo II - O homem soberano de Sade — Os que escapam à razão, a escória, os reis | A liberdade soberana, absoluta, foi vidada - na literatura - após a negação revolucionária do princípio da realeza | A solidão na prisão e a verdade terrificante de um momento de excesso imaginário | A desordem mortal do erotismo e da “apatia” | O triunfo da morte e da dor - 0h19m
- 2026-06-11 14:15 - 14:19 - Páginas 188-190 (3 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo I - Kinsey, a escória e o trabalho — A consciência do erotismo, oposta à das coisas, se revela em seu aspecto maldito: ela abre ao despertar silencioso - 0h03m
- 2026-06-11 09:07 - 09:34 - Páginas 173-188 (16 páginas) - Segunda parte - Estudos diversos sobre o erotismo: Estudo I - Kinsey, a escória e o trabalho — O erotismo é uma experiência que não podemos apreciar de fora como uma coisa | O trabalho se liga em nós à consciência e à objetividade das coisas, ele reduz a exuberância sexual. Só a escória permanece exuberante | O trabalho, oposto à exuberância sexual, é a condição da consciência das coisas - 0h26m
- 2026-06-10 17:46 - 17:57 - Páginas 164-172 (9 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo XIII - A beleza — A contradição fundamental do homem | A oposição da pureza e da mácula na beleza | O sentido último do erotismo é a morte - 0h11m
- 2026-06-10 14:30 - 14:44 - Páginas 153-163 (11 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo XII - O objeto do desejo: a prostituição — O objeto erótico | As mulheres, objetos privilegiados do desejo | A prostituição religiosa | A baixa prostituição | O erotismo, o Mal e a decadência social - 0h14m
- 2026-06-09 21:01 - 21:18 - Páginas 142-152 (11 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo XI - O Cristianismo — A licenciosidade e a formação do mundo cristão | A ambiguidade primeira e a redução cristão do sagrado a seu aspecto bendito; o rechaço cristão do sagrado maldito ao domínio profano | Os sabás | A volúpia e a certeza de fazer o mal - 0h16m
- 2026-06-09 18:11 - 18:23 - Páginas 133-141 (9 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo X - A transgressão no casamento e na orgia — O casamento considerado como uma transgressão e o direito da primeira noite | A repetição | A orgia ritual | A orgia como rito agrário - 0h12m
- 2026-06-09 17:53 - 18:00 - Páginas 128-132 (5 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo IX - A pletora sexual e a morte — Os elementos fundamentais da experiência interior do erotismo | O paradoxo do interdito geral, senão da sexualidade, da liberdade sexual - 0h07m
- 2026-06-09 13:45 - 14:00 - Páginas 118-127 (10 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo IX - A pletora sexual e a morte — A atividade reprodutora considerada como uma forma de crescimento | O crescimento do conjunto e o dom dos individuos | A morte e a continuidade na reprodução assexuada e sexuada | Retorno à experiência interior | Os dados objetivos gerais próprios à reprodução sexuada | A aproximação dos dois aspectos elementares percebidos dos pontos de vista de fora e de dentro - 0h15m
- 2026-06-09 08:48 - 08:56 - Páginas 113-117 (5 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo VIII - Do sacrifício religioso ao erotismo — O cristianismo e a incompreensão da santidade da transgressão | A comparação antiga entre o sacrifício e a conjunção erótica | A carne no sacrifício e no amor | A carne, a decência e o interdito da liberdade sexual - 0h07m
- 2026-06-08 21:43 - 21:55 - Páginas 105-112 (8 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo VII - O assassinato e o sacrifício — A suspensão religiosa do interdito da morte, o sacrifício e o mundo da animalidade divina | A superação da angústia - 0h12m
- 2026-06-08 21:10 - 21:27 - Páginas 94-104 (11 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo VI - O assassinato, a caça e a guerra — O canibalismo | O duelo, a vendeta e a guerra | A caça e a expiação do assassinato do animal | O mais antigo testemunho da guerra | A oposição entre a forma ritual da guerra e sua forma calculada | A crueldade ligada ao caráter organizado da guerra - 0h16m
- 2026-06-08 14:20 - 14:30 - Páginas 87-93 (7 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo V - A transgressão — A transgressão não é a negação do interdito, mas o supera e o completa | A transgressão indefinida - 0h10m
- 2026-06-07 19:54 - 20:10 - Páginas 79-86 (8 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo IV - A afinidade da reprodução e da morte — A morte, a corrupção e a renovação da vida | A náusea e o conjunto do domínio da náusea | O “não” oposto pelo homem à natureza | O movimento de prodigalidade da vida e o medo desse movimento - 0h16m
- 2026-06-07 19:35 - 19:45 - Páginas 73-78 (6 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo III - O interdito ligado à reprodução — Um interdito universal se opõe em nós à liberdade animal da vida sexual | A proibição do incesto | O sangue menstrual e o sangue do parto - 0h09m
- 2026-06-07 19:05 - 19:24 - Páginas 63-72 (10 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo II - O interdito ligado à morte — A oposição do mundo do trabalho ou da razão ao mundo da violência | O objeto fundamental dos interditos é a violência | Os dados pré-históricos do interdito ligado à morte | O horror ao cadáver como signo da violência e ameaça de contágio da violência | O interdito do assassinato - 0h19m
- 2026-06-07 10:53 - 11:16 - Páginas 51-62 (12 páginas) - Primeira parte - O interdito e a transgressão: Capítulo I - O erotismo na experiência interior — O erotismo, aspecto “imediato” da experiência interior que se opõe à sexualidade animal | Importância decisiva da passagem do animal ao homem | O erotismo, sua experiência interior e sua comunicação ligados a elementos objetivos e à perspectiva histórica em que esses elementos nos aparecem | A determinação do erotismo é primitivamente religiosa, e meu livro está mais próximo da “teologia” do que da história erudita da religião | As condições de uma experiência interior impessoal: a experiência contraditória do interdito e da transgressão - 0h23m
- 2026-06-06 18:00 - 18:06 - Páginas 46-50 (5 páginas) - Introdução - 0h05m
- 2026-06-06 17:19 - 17:55 - Páginas 27-45 (19 páginas) - Prólogo; Introdução - 0h35m
- 2026-06-06 16:17 - 16:29 - Páginas 19-26 (8 páginas) - Prefácio: O lugar do erotismo - Raúl Antelo - 0h11m
- 2026-06-06 15:43 - 16:03 - Páginas 1-18 (18 páginas) - Apresentação do tradutor - 0h19m
Notas
2026-06-20 21:11
O prefácio “O lugar do erotismo”, de Raúl Antelo, mostra com clareza como as teorias de Bataille influenciaram Roland Barthes, onde em sua obra “Prazer do texto”, pode-se ver expressa a premissa que “o luxo da linguagem faz parte das riquezas excedentes, do gasto inútil, da perda incondicional”. Também se expressa essa influência em Lacan, onde no prefácio do seminário “Ainda”, coloca como epígrafe-guia a frase “o gozo é aquilo que escapa à regra da utilidade. Ambas as influências apoiadas na noção Batailleana de dispêndio
2026-06-20 20:18
Na apresentação do tradutor, somos apresentados a trajetória de Bataille, passando desde os motivos de seu rompimento com o surrealismo bretoniano (e as suas constantes críticas, considerando-se um inimigo do surrealismo), até a formulação de sua economia. O tradutor introduz brevemente o erotismo de Bataille, apresentando seus conceitos de continuidade e descontinuidade, assim como do interdito e da transgressão, fazendo a relação do trabalho com a economia de dispêndio de Bataille.
2026-06-20 19:33
A idéia é começar uma nova leitura, mais detalhada, com fichamento, resumos e etc