Georges Bataille · 1970 · Autêntica · 9786559283491
Resumo
- Sessões: 31
- Páginas lidas: 40
- Tempo total: 18h 42m
- Avaliação: ⭐⭐⭐⭐ (4/5)
- Autores: Georges Bataille
- Status: Lendo
- Total de páginas: 253
Sessões
- 2026-07-21 23:17 - 00:06 - Páginas 32-36 (5 páginas) - Repassando fichamento EED (§35-48) - 0h48m
- 2026-07-21 21:10 - 21:52 - Páginas 32-36 (5 páginas) - Produzindo fichamento EED (§35-48) - 0h42m
- 2026-07-21 16:59 - 17:30 - Páginas 29-32 (4 páginas) - Repassando fichamento EED (§28-34) - 0h30m
- 2026-07-21 13:11 - 13:55 - Páginas 29-32 (4 páginas) - Produzindo fichamento EED (§28-34) - 0h43m
- 2026-07-20 23:14 - 00:09 - Páginas 28-29 (2 páginas) - Produzindo fichamento EED (§24-27) - 0h55m
- 2026-07-20 22:45 - 23:08 - Páginas 25-28 (4 páginas) - Finalizando fichamento EEE (§15-23) - 0h23m
- 2026-07-20 22:28 - 22:45 - Páginas 25-28 (4 páginas) - Escrevendo fichamento EEE (§15-23) - 0h16m
- 2026-07-20 22:17 - 22:28 - Páginas 35-36 (2 páginas) - Fazendo anotações (de §40 até §48) - 0h10m
- 2026-07-20 20:59 - 21:19 - Páginas 33-34 (2 páginas) - Fazendo anotações (de §38 até §40) - 0h19m
- 2026-07-20 20:53 - 20:58 - Páginas 25-26 (2 páginas) - Ajustando anotações - 0h04m
- 2026-07-20 19:39 - 20:44 - Páginas 32-33 (2 páginas) - Fazendo anotações (de §35 até §37) - 1h04m
- 2026-07-20 19:14 - 19:39 - Páginas 25-26 (2 páginas) - Revisando o fichamento de §15 a §17. Mas vou seguir com o fichamento dos “Princípios de heterologia prática” - 0h25m
- 2026-07-20 13:09 - 13:59 - Páginas 32-36 (5 páginas) - Fazendo anotações (de §35 até §48) - 0h49m
- 2026-07-19 21:17 - 22:32 - Páginas 29-32 (4 páginas) - Releitura de §28 até §34, fazendo fichamento EEE - 1h14m
- 2026-07-18 11:03 - 12:29 - Páginas 28-29 (2 páginas) - Releitura de §24 até §27, fazendo fichamento EEE - 1h25m
- 2026-07-18 00:27 - 01:28 - Páginas 25-28 (4 páginas) - Releitura de §15 até §23, fazendo fichamento EEE - 1h00m
- 2026-07-17 23:24 - 00:17 - Páginas 21-24 (4 páginas) - Releitura de §1 até §14, fazendo fichamento EEE - 0h53m
- 2026-07-12 23:25 - 23:36 - Páginas 28-30 (3 páginas) - Filosofia, religião e poesia em relação à heterologia (fazendo anotações no livro) - 0h11m
- 2026-07-12 22:32 - 23:22 - Páginas 21-28 (8 páginas) - Produzindo um fichamento: XXXXXXXXXX - 0h50m
- 2026-07-12 19:31 - 21:05 - Páginas 26-28 (3 páginas) - Apropriação e Excreção - 1h33m
- 2026-07-12 18:10 - 18:58 - Páginas 21-25 (5 páginas) - O valor de uso de D.A.F. de Sade (Carta aberta aos meus companheiros atuais) - §1 ao §13 — Introdução onde Bataille apresenta suas justificativas para a escrita do texto e a sua defesa de uma apropriação correta de Sade - 0h48m
- 2026-07-12 17:35 - 17:55 - Páginas 21-36 (16 páginas) - O valor de uso de D.A.F. de Sade (Carta aberta aos meus companheiros atuais). Primeira leitura mais superficial - 0h20m
- 2026-07-07 17:13 - 17:28 - Páginas 169-172 (4 páginas) - Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo (releitura) - 0h15m
- 2026-07-07 12:59 - 13:34 - Páginas 169-172 (4 páginas) - Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo (grifando e anotando) - 0h34m
- 2026-07-06 20:04 - 20:47 - Páginas 13-19 (7 páginas) - A América desaparecida (fichamento) - 0h42m
- 2026-07-06 19:10 - 20:04 - Páginas 13-19 (7 páginas) - A América desaparecida (com notas) - 0h53m
- 2026-07-06 18:45 - 19:08 - Páginas 13-19 (7 páginas) - A América desaparecida (com notas) - 0h22m
- 2026-07-02 10:35 - 10:41 - Páginas 170-172 (3 páginas) - Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo - 0h05m
- 2026-07-02 10:22 - 10:27 - Páginas 169-170 (2 páginas) - Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo - 0h05m
- 2026-07-02 10:06 - 10:20 - Páginas 13-20 (8 páginas) - A América desaparecida - 0h13m
- 2026-07-02 10:01 - 10:06 - Páginas 1-12 (12 páginas) - Contracapa; Orelhas: Apresentação “A desmedida, fim da medida” por Marcelo Jacques de Moraes - 0h04m
Notas
2026-07-21 09:16
Utilizando o claude para revisão do fichamento: https://claude.ai/chat/292ba9fe-e211-43c2-8d4c-08210b8d2de5
2026-07-12 21:05
4º, 5º e 6º
O homem se apropria de mais do que seus alimentos, e essa apropriação ocorro por meio dessa homogeneidade (identidade), ou seja, se apropria do que se identifica, por outro lado, isso não se da com a produção, onde para Bataille, é vista como “a fase excretória de um processo de apropriação”. Ou seja, quando produzimos, estamos gerando objetos estranhos a nós
E além disso, ele finaliza criticando a filosofia e a ciência, que buscaram uma homogeneidade do mundo, mas terão que lidar com a fase terminal desse processo de apropriação, a excreção, que acontecerá “a partir do momento em que os dejetos irredutíveis da operação se encontrarem determinados”
2026-07-12 20:58
3º
O processo de apropriação simples efetua-se de uma maneira normal no interior do processo de excreção composto, na medida em que ele é necessário para a produção de um ritmo alternativo…
Bataille aprofunda a sua analíse dos processos de apropriação e excreção, suas formas elementares, concluindo que:
O processo de apropriação caracteriza-se, assim, por uma homogeneidade (equilíbrio estático) entre o autor da apropriação e os objetos como resultado final, ao passo que a excreção se apresenta como o resultado de uma heterogeneidade cada vez maior ao liberar impulsos cuja ambivalência é cada vez mais acentuada
De certa forma, podemos dizer que para Bataille, a apropriação tem o objetivo de estabelecer um equilíbrio, uma homogeneidade, ao passo que a excreção, por outro lado, é justamente um expurgo violento de algo que nos é estranho, heterogêneo.
2026-07-12 20:33
2º
O objeto da atividade proveniente desses diversos impulsos (descritos no 2º por Bataille) encontram-se tratados como um corpo estranho (das ganz Anderes), podendo ser tanto expulso em uma ruptura brutal quanto reabsorvido para que o corpo se coloque em um estado de expulsão mais ou menos violenta.
A noção de corpo estranho (heterogêneo) permite demarcar a identidade elementar subjetiva dos exrecmentos… e de tudo o que pôde ser olhado como sagrado, divino ou maravilhoso…
2026-07-12 20:23
1º
A organização religiosa de uma sociedade se desenvolve (fatos sociais passam a se dividir em fatos religiosos e em fatos profanos), representando:
“a via mais amplamente aberta aos impulsos excrementais coletivos (impulsos orgiácos) em oposição às instituições políticas, jurídicas e econômicas”.
Nesse sentido, essa organização religiosa serve de base para determinar dois impulsos humanos polarizados: EXCREÇÃO E APROPRIAÇÃO
2026-07-12 18:58
Frente a um “comércio intelectual de velharias”, Bataille aponta para a necessidade de se resgatar os escritos de Sade, combatendo uma atitude reducionista de seus apologistas mais abertos, que ora apenas se opõe a ele, ou então, o admiram tais quais “súditos primitivos”.
Bataille se opõe a esse modo de uso da vida e obra de Sade, que não apresentam qualquer outro valor de uso a não ser “o valor de uso vulgar dos excrementos, nos quais só amamos na maioria das vezes o prazer rápido (e violento) de evacuá-los e de não mais vê-los”
Para Bataille, o sadismo aparece positivamente, como “irrupção das forças excremenciais” e de outro lado, “como uma limitação correspondente e como uma subserviência estreita de tudo o que opomos a essa irrupção”. Por isso, entende que nas condições do sadismo, existe um jogo de “forças subordinadas”.
É possível sim afirmar que o que ocorre em Sade só poderia ocorrer no campo da ficcão, e Bataille aponta para o fato de que tais “desvios” desqualificam seus autores (no parágrafo 12 eu não entendi muito bem a sua defesa). Mas nesse sentido, é necessário encarar um futuro que apresentará uma “desafortunada existência de ordem alucinatória”, por isso, buscará enunciar então “os valores estabelecidos pelo marquês de Sade”.
2026-07-12 18:43
Bataille inicia o seu texto justificando a escrita da carta e declarando a quem deseja encontrar, aqueles “comparativamente decompostos, que se tornaram amorfos, e foram até mesmo expulsos de modo violento para fora de qualquer forma”. Embora Bataille acredite ser verossimil acreditar que tais homens ainda não existam, afirma que existirão, uma vez que os laços sociais atuais são incapazes de suportar um estado de subserviência que inevitavelmente se desfará.
As massas serão, por sua vez, decompostas assim que virem desaparecer o prestígio da realidade industrial a que se encontravam ligadas, isto é, quando o processo de progresso material e de transformação rápida de que tiveram que participar (tanto dócil quanto insurgentemente) culminar numa estagnação desagradável e sem saída
2026-07-09 16:28
Próximo encontro, dia 21/07: O valor de uso de D.A.F. de Sade (Carta aberta aos meus companheiros atuais)
2026-07-07 13:21
Com o texto “Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo” senti muito mais dificuldade
2026-06-27 13:24
Para o grupo “DAI Diálogos Alem do Impossível”, iremos inicialmente ler dois textos que estão nesse livro: “America desaparecida” e “Diante de Lascaux, o homem civilizado se redescobre homem de desejo”
Citações
BATAILLE, Georges. A pura felicidade - Ensaios sobre o impossível. [s.l.]: Autêntica, 2024.
“… (em outros termos, a heterogeneidade objetiva tem o defeito de só pode ser encarada sob uma forma abstrata, enquanto apenas a heterogeneidade subjetiva dos elementos particulares é, na prática, concreta)” (BATAILLE, 2024, p. 31, cap. Teoria heterológica do conhecimento).
“É por esse viés que ela procede à inversão completa do processo filosófico, que, de instrumento de apropriação que era, passa a estar serviço da excreção e introduz a reivindicação das satisfações violentas implicadas pela existência social” (BATAILLE, 2024, p. 30, cap. Teoria heterológica do conhecimento).
“Deus perde rapidamente e quase inteiramente os elementos aterradores e os empréstimos tomados ao cadáver em simples decomposição para tornar-se, no último termo da degradação, o simples signo (paterno) da homogeneidade universal” (BATAILLE, 2024, p. 28, cap. Filosofia, religião e poesia em relação à heterologia).
“A noção de corpo estranho (heterogêneo) permite demarcar a identidade elementar subjetiva dos excrementos (esperma, mênstruos, urina, matérias fecais) e de tudo o que pôde ser olhado como sagrado, divino ou maravilhoso” (BATAILLE, 2024, p. 26, cap. Apropriação e excreção).
“O cadáver não é muito mais repugnante do que a merda, e o espectro que projeta o horror em relação a ele é sagrado…” (BATAILLE, 2024, p. 26, cap. Apropriação e excreção).
”… quando o processo de progresso material e de transformação rápida de que tiveram que participar (tanto dócil quanto insurgentemente) culminar numa estagnação desagradável e sem saída” (BATAILLE, 2024, p. 22, cap. Apropriação e excreção).
”… a produção pode ser vista como a fase excretória de um processo de apropriação, e a mesma coisa vale para a venda” (BATAILLE, 2024, p. 27, cap. Apropriação e excreção).
“O processo de apropriação caracteriza-se, assim, por uma homogeneidade (equilíbrio estático) entre o autor da apropriação e os objetos como resultado final, ao passo que a excreção se apresenta como resultado de uma heterogeneidade cada vez maior ao liberar impulsos cuja ambivalência é cada vez mais acentuada” (BATAILLE, 2024, p. 27, cap. Apropriação e excreção).