O que me motivou a ter um jardim digital

Acho que a leitura de MARK Fisher. Realismo Capitalista (2009) também me incentivou a externalizar mais, pois ele mantinha um blog e eu acho que isso é algo que eu sempre quis fazer.

Não penso que seja demérito ou vergonha querer expor as suas opiniões ao mundo, mas acho que influenciado pela dialética platônica, sinto que as certezas precisam ser confrontadas.

O próprio formato do Jardim Digital habilita a publicação de verdades muito subjetivas, mas simplesmente ao expor elas para o mundo, esses pensamentos estarão submetidos a crítica, crítica essa que não necessariamente será pública, entretanto, que nem devem ser.

O que eu quero dizer no fundo é: quero ser criticado / confrontado, ainda que eu não seja necessariamente obrigado a acatar essas críticas, o próprio ato de ser criticado me provoca a dúvida a cerca do que estou sentindo, e eu acredito que esse processo é positivo. Vejo que o ato de manter um Jardim Digital não tem como objetivo ser um meio para a publicização do debate, mas sim um meio facilitador as subjetividades de cada autor.