1. Introdução
Relações entre a psicologia individual e a psicologia de massas (§1,2)
Freud argumenta que “a psicologia individual é também, desde o início, psicologia social” pois não é possível abstrair das relações do “ser particular” com “o Outro” (“modelo, objeto, auxiliador e adversário”). Ainda que algumas relações do indivíduo tenham sido alvo da pesquisa psicanalítica (“pais e irmãos”, “amada”, “amigo”, “professor” e “médico”), essa oposição entre “atos psíquicos sociais e narcísicos” ainda faz parte do domínio da psicologia individual, não sendo suficiente para a distinguir da “psicologia social ou de massas”
Distinção entre a psicologia individual e a psicologia de massas (§3)
Na psicologia de massas, tem-se como objeto de investigação a influência que um grande número de pessoas exerce simultaneamente sobre o indivíduo, diferente das relações citadas acima, onde o indivíduo sofre apenas a influência de uma pessoa ou de um número mínimo deles.
“Portanto, a psicologia de massas trata o ser individual como membro de uma tribo, um povo, uma casta, uma classe, uma instituição, ou como parte de uma aglomeração que se organiza como massa em determinado momento, para um certo fim”
Considera-se os fenômenos que surgem nessa condições como manifestação do instinto social (que não se manifesta em outras situações), mas devido a possível objeção de que não se deveria atribuir tanto significado ao fator numérico, levanta-se outras duas possibilidades:
- “o instinto social pode não ser primário e indivisível”
- “os primórdios da sua formação podem ser encontrados num círculo mais estreito como o da família”
Delimitação do escopo do texto (§4)
Freud justifica que já se existem uma enorme gama de textos sobre a classificação dos modos de formação da massa de e a descrição dos fenômenos psíquicos por ela manifestada, e argumenta que o seu texto cobrirá apenas “alguns pontos de toda a matéria”
2. A alma coletiva segundo Le Bon
Formula questões fundamentais sobre a massa psicológica com base em Le Bon (§1,2)
Justifica a adoção de “Le Bon, Psicologia das massas” como seu referencial teórico e formula algumas questões centrais para o entendimento da massa psicológica:
“O que é então uma ‘massa’, de que maneira adquire ela a capacidade de influir tão decisivamente na vida psíquica do indivíduo, e em que consiste a modificação psíquica que ela impõe ao indivíduo?”
Justifica a ordem de investigação e apresenta a definição de “alma coletiva” de Le Bon (§3)
Embora a resposta às três perguntas seja tarefa da psicologia das massas, Freud inicia por responder a terceira, a observação da reação alterada do indivíduo, que é base para toda explicação posterior.
De acordo com Le Bon, a “alma coletiva” pode ser definida da seguinte maneira:
“O fato mais singular, numa massa psicológica, é o seguinte: […] o simples fato de se terem transformado em massa os torna possuidores de uma espécie de alma coletiva. […] A massa psicológica é um ser provisório, composto de elementos heterogêneos que por um instante se soldaram, exatamente como as células de um organismo formam, com a sua reunião, um ser novo que manifesta características bem diferentes daquelas possuídas por cada uma das células.”
Descreve o papel do inconsciente na modificação do indivíduo na massa de acordo com Le Bon (§4-7)
Apresenta as ideias de Le Bon sobre a modificação do indivíduo na massa com base em sua oposição entre “vida consciente” e “vida inconsciente”. Freud conclui então que “o heterogêneo submerge ao homogêneo” e o fundamento inconsciente torna-se operante, produzindo um “caráter mediano” dos indivíduos na massa.
Na nota 2 da página 21, destaca as diferenças do seu conceito de inconsciente para o de Le Bon, apontando que as caracteristicas aparentemente novas são na verdade manifestações de um inconsciente reprimido, pois na massa, o indivíduo se livra da repressão de seus “instintos primitivos incoscientes” — a “consciência moral” tem como origem o “medo social”
Revisa duas causas de modificação do indivíduo na massa de Le Bon: o contágio e a maior sugestionabilidade (§7-9)
Descreve o fenômeno do contágio de acordo com Le Bon (que pode ser relacionado aos “fenômenos de ordem hipnótica”), onde o indivíduo sacrifica o seu interesse pessoal em detrimento do interesse coletivo.
Le Bon destaca que, com base nas descobertas da fisiologia, pode se concluir que os indivíduos em uma massa estão em um estado onde existe um fascínio semelhante aquele do hipnotizado pelo hipnotizador, entretanto, sendo a influência da sugestão na massa ainda mais forte, devido a reciprocidade de uma sugestão que é a mesma para todos os indivíduos.
“(P. 17.) ‘Portanto, esvanecimento da personalidade consciente, predominância da personalidade inconsciente, orientação por via de sugestão e de contágio dos sentimentos e das ideias num mesmo sentido, tendencia a transformar imediatamente em atos as ideias sugeridas, tais são as principais características do indivíduo na massa. Ele não é mais ele mesmo, mas um autômato cuja vontade se tornou impotente para guiá-lo’
A partir dessa noção do indivíduo na massa estar em um estado hipnótico, destaca que o contágio é uma manifestação da sugestionabilidade; para uma distinção, pode-se associar o contágio como efeito que os membros isolados da massa exercem uns sobre os outros, enquanto a manifestação da sugestão (influência hipnótica), provem de outra fonte (criticando Le Bon por não falar sobre “a pessoa que substitui o hipnotizador para a massa”)
Descreve a diminuição da capacidade intelectual do indivíduo na massa de acordo com Le Bon (§10)
Concordando com Le Bon, que argumenta que o homem na massa é “instintivo, e em consequência um bárbaro”, de forma que parece que o indivíduo se dissolve na massa
Descreve a alma da massa de acordo com Le Bon (§11-17)
Estabelecendo uma coincidência com a “vida anímica dos povos primitivos e das crianças”, descreve a alma da massa com base em Le Bon. A massa é “impulsiva, volúvel e excitável”, guiada “quase exclusivamente” pelo inconsciente, nela predomina um sentimento de onipotência; é “influenciável e crédula”, “acrítica”, quase como o indivíduo em “estado de livre devaneio”; vai prontamente a extremos, e é “excitada apenas por estímulos desmedidos”, e uma vez que não tem dúvidas quanto ao que é verdadeiro ou falso, a massa é “intolerante e crente na autoridade”(e também vê bondade como fraqueza, requer força). Na massa, é possível uma “livre satisfação instintiva”, as inibições caem por terra, entretanto, pode se pensar em uma “moralidade das massas” levando em conta que raramente o indivíduo na massa pensa em ganhos pessoais — influenciada pela sugestão, existe uma “moralização do indivíduo pela massa”
Justifica a identificação a alma da massa com a dos povos primitivos de acordo com Le Bon (§18,19)
Argumenta que na massa, ideias opostas podem coexistir sem resultar em uma contradição lógica (tal qual na vida anímica inconsciente, nas crianças e nos neuróticos). Além disso, para Freud, “a massa está sujeita ao poder verdadeiramente mágico das palavras” (tal qual o “tabu dos nomes” entre os primitivos).
Justifica a predominância da fantasia nas massas de acordo com Le Bon (§20,21)
As massas requerem ilusões, portanto nelas, o irreal predomina sobre o real — “predominância da vida da fantasia, e da ilusão sustentada pelo desejo não realizado”, assim como para o neurótico.
“Como no sonho e na hipnose, na atividade anímica da massa a prova da realidade recua, ante a força dos desejos investidos de afeto”
Apresenta as considerações de Le Bon sobre o papel do líder e a importância do prestígio (§22-26)
Le Bon argumenta que as massas precisam de um líder, entretanto, esse precisa corresponder com as massas através de suas características pessoais, precisa estar ele mesmo fascinado por uma forte crença: “os líderes adquirem importância pelas ideias de que eles mesmos são fanáticos”, apresentando então a noção de “prestígio”, como “espécie de domínio que uma pessoa, uma obra ou uma ideia exerce sobre nós”. Existe uma distinção entre prestígio “adquirido ou artificial” (herança, riqueza, reputação, tradição e etc) e o prestígio “pessoal”, onde algumas poucas pessoas se tornam líderes através desse, exercendo um “encanto magnético”.
Freud aponta que as considerações de Le Bon sobre o papel do líder e a importância do prestígio não se harmonizam com sua descrição da alma coletiva.
3. Outras abordagens da vida anímica coletiva
Crítica às noções de alma coletiva de Le Bon (§1-4)
Freud argumenta que embora a descrição de alma coletiva de Le Bon tenha servido de maneira introdutória, suas teses não possuem nada de original: “inibição coletiva da capacidade intelectual” e “elevação da afetividade na massa” já haviam sido formuladas por Sighele, e outros já aventaram anteriormente as noções de “inconsciente” e da “comparação com a vida anímica dos primitivos”. Propõe o reconhecimento de outras manifestações da formação de massas, para uma melhor avaliação da alma coletiva — inclusive o próprio Le Bon admite que a moralidade da massa pode, em certas circunstâncias, ser mais elevada que a dos indivíduos que a compõem, e outros apontam que é a sociedade quem prescreve as normas de moralidade ao indivíduo. Também argumenta que a alma coletiva é capaz de criações do espírito, questionando o quanto o pensador ou poeta deve suas criações aos estímulos da massa, sendo o “consumador de um trabalho anímico no qual os outros colaboraram simultaneamente”.
Propõe distinguir massas efêmeras de associações estáveis como saída para as contradições em Le Bon (§5)
Revisando sua base teórica, propõe que é necessário superar as contradições surgidas frente à não diferenciação das diversas formações reunidas sob a denominação de “massas”. Por isso, propõe uma distinção entre as massas efêmeras e as associações estáveis para solucionar essas contradições.
Sugere o “fator da organização” de McDougall como base teórica para essa distinção (§6)
De acordo com McDougall, existe um “fator da organização”: podem existir massas não organizadas, denominadas “multidão (crowd)” ou “massa simples”, nas quais se podem notar alguns “fatos fundamentais da psicologia coletiva”. Para que a multidão se torne uma massa, é preciso “algo em comum” — um “interesse partilhado num objeto”, uma “orientação afetiva semelhante em determinada situação” e, em consequência, um certo “grau de capacidade de influenciar uns aos outros” — quanto mais fortes essas coisas em comum, mais fácil se forma uma “massa psicológica”.
Descreve o mecanismo de intensificação do afeto na massa, incluindo as influências que o reforçam (§6-7)
De acordo com McDougall, “dificilmente os afetos dos homens se elevam, em outras condições, à altura que atingem numa massa”, uma vez que os indivíduos são influenciados por um “princípio de indução direta da emoção por meio da resposta simpática primitiva” (ou seja, o “contágio de sentimentos”). Os sinais de afeto percebidos exercem uma coação automática, que se torna tanto mais forte quanto maior o número de pessoas — a crítica do indivíduo silencia, e ele se deixa levar, ao mesmo tempo que aumenta a carga afetiva dos outros (“indução recíproca”).
Freud reforça que esse “mecanismo de intensificação de afeto” também é favorecido por outras influências originárias da massa: a produção de “poder ilimitado e perigo indomável” no indivíduo, a massa colocando-se como portadora da autoridade, fazendo com que o indivíduo se renda à atração do “ganho prazeroso” obtido ao suprimir as inibições — não é notável (isto é, não chega a surpreender) ver o indivíduo da massa fazer ou aprovar coisas que evitaria em condições normais de vida.
Constata a tese da inibição coletiva da inteligência em McDougall (§8)
McDougall não contraria essa tese, afirmando que “as inteligências menores abaixam ao seu nível as maiores”: o aumento da afetividade prejudica o trabalho mental, o indivíduo é intimidado pela massa, e há depreciação da consciência de responsabilidade.
Apresenta o veredito final de McDougall sobre a conduta da massa desorganizada, equiparando-o ao de Le Bon (§9)
O parecer de McDougall sobre a massa simples e “desorganizada” não é mais benévolo que o de Le Bon: descreve-a com características semelhantes (totalmente excitável, impulsiva, apaixonada, instável, entre outras), relacionando-a a uma certa selvageria.
Resume as cinco “principal conditions” para a “elevação da vida anímica da massa a um nível superior” (§9-15)
- “Um certo grau de continuidade na sua existência”, que pode ser material ou formal.
- Que se forme no indivíduo uma “determinada concepção da natureza, função e realizações da massa”, de modo a estabelecer um “vínculo afetivo”.
- Ter relações com outras massas semelhantes, mas diferentes em muitos pontos (rivalidade).
- Ter “tradições, costumes e disposições”.
- Existir uma divisão (“especialização e diferenciação da atividade que cabe ao indivíduo”).
Quando satisfeitas essas condições, segundo McDougall, compensam-se as “desvantagens psíquicas da formação da massa”; a proteção contra o “rebaixamento coletivo da capacidade intelectual” consiste em entregar a solução das tarefas intelectuais aos indivíduos, retirando-a da massa.
Revisa condição de “organização” da massa de McDougall (§16)
Propõe que, em vez de uma “organização” da massa, o que se tem é a massa sendo dotada das qualidades características do indivíduo que foram extintas nela (continuidade, consciência de si, hábitos e tradições, entre outras).
4. Sugestão e Libido
Resume o fato fundamental da psicologia de massas (“mudança frequentemente profunda de sua atividade anímica”) e seus efeitos (afetividade intensificada e “capacidade intelectual diminuída) (§1)
TBD
Revisa o fenômeno da sugestão nas massas (§2-4)
TBD
Descreve o conceito de libido na psicologia de massas (§5-8 )
TBD
Propõe a hipótese de que os laços de sentimento constituem a essência da alma coletiva (§9)
TBD
5. Duas massas artificiais: Igreja e Exército
Argumenta sobre Igreja e Exército (massas artificiais) enquanto objetos de estudo (§1,2)
TBD
Compara a estrutura libidinal de Igreja e Exército (§3,4)
TBD
Aponta o duplo laço libidinal da massa e reforça a importância do líder na investigação (§5)
TBD
Propõe que o pânico é efeito — não causa — da desintegração libidinal da massa, contra a explicação de McDougall (§6-9)
TBD
Conclui, a partir de um exemplo literário, que a desintegração de uma massa religiosa produz impulsos hostis, não medo (§10,11)
TBD
6. Outras tarefas e direções de trabalho
Justifica a não elaboração de outras questões da morfologia da massa em detrimento da exploração das ligações libidinais (§1-3)
TBD
Explica o surgimento de afetos de aversão e hostilidade nas relações humanas e suas relações com o narcisismo (§4-6)
TBD
Justifica a limitação da intolerância e do narcisismo na massa (§7,8)
TBD
Propõe a analise das ligações libidinais na massa por meio da teoria psicanalítica das neuroses (§9)
TBD
7. A identificação
Descreve a identificação e o investimento objetal com base no complexo de Édipo (§1,2)
TBD
Explica a inversão do complexo de Édipo como precursora da mudança de ligação objetal, distinguindo entre identificação e escolha objetal (§3,4)
TBD
Explica a identificação em uma formação neurótica de sintomas (§5)
TBD
Expõe um terceiro caso de formação de sintomas, onde a identificação “desconsidera totalmente a relação objetal com a pessoa copiada” (§6)
TBD
Sintetiza o processo de identificação descrito nas três fontes, estabelecendo um paralelo com a ligação ao líder (§7,8)
TBD
Explora as consequências afetivas imediatas da identificação, com base em dois casos revelados pela pesquisa sobre psicoses: a homossexualidade masculina e a melancolia (§8-12)
TBD
Apresenta necessidade de se considerar outras “relações mútuas entre o objeto e o Eu” antes de utilizar os conceitos para compreensão da organização libidinal da massa (§13)
TBD
8. Enamoramento e hipnose
Descreve o enamoramento (§1,2)
TBD
Descreve o desenvolvimento da vida amorosa do ser humano (primeira fase e puberdade) (§3,4)
TBD
Descreve o fenômeno da superestimação sexual e a idealização como seu mecanismo (§5,6)
TBD
Explica o autossacrifício do Eu diante do objeto, exemplificado no amor infeliz — “O objeto se colocou no lugar do ideal do Eu” (§7,8)
TBD
Esclarece a distinção entre identificação e enamoramento com relação ao Eu e o investimento no objeto (§9)
TBD
Descreve a relação hipnótica com relação ao enamoramento e em comparação ao processo de formação de uma massa (§10-12)
TBD
Apresenta os limites da relação hipnótica enquanto estado de enamoramento (§13)
TBD
Propõe uma fórmula relativa à constituição libidinal de uma massa determinada (não excessivamente organizada e com líder) (§14)
TBD
9. O instinto gregário
Revisa os fenômenos da massa em Le Bon e as limitações com relação a influência da sugestão (§1-3)
TBD
Descreve as teorias de W. Trotter sobre o “instinto gregário”, apresentando a sugestionabilidade como um derivado deste (§4-7)
TBD
Esclarece os limites da teoria de W. Trotter: ausência do papel do líder e exemplo da angustia da criança (§8,9)
TBD
Explora o sentimento social de exigência por justiça e igualdade com base nos exemplos da escola e família com mais de uma criança (§9,10)
TBD
Propõe a correção de W. Trotter: o homem como animal de horda, antes de animal de rebanho (§11)
TBD
10. A massa e a horda primeva
Argumenta sobre a massa enquanto uma revivescência da horda primeva (§1-3)
TBD
Explora a psicologia individual com relação ao pai primordial da horda primeva, estabelecendo uma relação com a psicologia de massas (§3-7)
TBD
Explora a união da massa com base na premissa do “amor igual do pai” (§8)
TBD
Descreve a hipnose e a sugestão remontando com base na horda primeva (§9-13)
TBD
11. Um grau no interior do eu
Explora o processo de renúncia ao ideal do Eu em troca do ideal da massa corporificado no líder (§1,2)
TBD
Explora a estrutura libidinal de um grupo (“diferença entre o Eu e ideal do Eu”) com base nos estudos da neurose e uma de suas possíveis consequências (§3,4)
TBD
Aplica a instabilidade das distinções psíquicas à separação periódica entre Eu e ideal do Eu, e descreve os afetos que essa tensão produz — triunfo e culpa (§5,6)
TBD
Descreve os processos de oscilação de humor (mania e melancolia) a partir de uma análise do Eu (§7-12)
TBD
12. Complementos
Justifica a retomada das trilhas secundárias (§1)
TBD
A - Compara os processos de “distinção entre identificação do Eu [com um objeto]” e “substituição do ideal do Eu por um objeto” nos dois grandes grupos artificiais: “Exército e a Igreja cristã” (§2-4)
TBD
B.1 - Explica o mito científico do pai da horda primordial (§5-8)
TBD
B.2 - Argumenta que o mito é o ponto em que se efetua o progresso da psicologia das massas para a psicologia individual (§9,10)
TBD
C - Descreve mais detalhadamente os instintos sexuais diretos e inibidos em sua meta (§11-16)
TBD
D.1 - Descreve o desenvolvimento do enamoramento e o amor sexual a dois (§17-21)
TBD
D.2 - Propõe a relação de antagonismo entre neurose e formação de grupo, fundamentada nos impulsos sexuais diretos reprimidos (§22,23)
TBD
E - Compara o enamoramento, a hipnose, a formação de grupos e a neurose a partir da teoria da libido (§24-29)
TBD