Instituto Humanitas Unisinos – IHU

ética filosófica oferece as ferramentas necessárias para avaliar não apenas o que é possível fazer com a IA, mas o que é desejável.

a IA deixou de ser uma curiosidade científica para se tornar uma força transformadora da vida humana, impactando diretamente as relações de poder, as formas de trabalho, a privacidade e até mesmo os critérios de justiça social

A principal tese que desenvolvemos é que os sistemas de IA atuais operam com base em modelos externos de correlação estatística, enquanto o cérebro humano funciona por meio de uma integração dinâmica entre atividade neural espontânea, tempo subjetivo e contexto corporal e ambiental. Ou seja, enquanto a IA lida com dados fora do sistema, o cérebro se organiza a partir de um fluxo interno contínuo de atividade – algo que se denomina de resting state activity – que molda a maneira como os estímulos são percebidos, interpretados e integrados.