As vezes eu penso que sim, pois por exemplo, o fluxo para escrever um código é:
- Entende o problema / solução (Esc)
- Materializa isso em código
- Valida se funciona, refatora até funcionar
Os pontos 2 e 3 me parecem ser grandes possibilidades de dispersão, pois facilmente, ao escrever o código, podemos acabar caindo em loops de refatorações e etc. Quando dialogando com um agente (ou escrevendo uma especificação), me parece que fica mais dificil de dispersar
Algumas idéias a mais que podem ser exploradas:
- Redução da Paralisia de Decisão: O TDAH muitas vezes trava no “como começar” (configurar o ambiente, escolher a biblioteca, sintaxe). O spec-driven permite focar no hiperfoco da lógica pura.
- Externalização da Memória de Trabalho: A IA cuidando da sintaxe libera a memória de trabalho do programador, que costuma ser um gargalo no TDAH.
- Feedback Loop Imediato: Escrever uma spec e ver o código nascer reduz o tempo entre a ideia e a recompensa (dopamina), mantendo o engajamento alto.