Kant não pretendeu “matar” a metafísica, mas sim salvá-la de si mesma. Seu objetivo foi estabelecer critérios rigorosos para que ela deixasse de ser um “campo de batalhas” entre o dogmatismo e o ceticismo e se tornasse uma ciência de fato. Sem essa base sistêmica, a razão permanece produzindo ilusões (dialéticas) inevitáveis que falham em satisfazer suas próprias necessidades fundamentais.